Morre atriz que foi condenada pela morte do marido nos anos 1980

Atriz fez muito sucesso na televisão entre os anos 1950 e 1980, quando a morte do marido a ofuscou.

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Dorinha Duval, nome artístico de Dorah Teixeira, foi uma das figuras mais icônicas da televisão brasileira nas décadas de 1950 a 1980. Natural de São Paulo, ela se destacou como vedete, atriz, humorista e apresentadora, marcando presença em emissoras como TV Tupi, TV Excelsior, TV Rio e posteriormente na Rede Globo.

A artista conquistou o público com seu talento versátil, transitando entre o drama e a comédia com facilidade. Sua carreira na TV ganhou projeção nacional a partir de 1969, quando passou a integrar o elenco de novelas e programas humorísticos da Globo, consolidando sua imagem como uma das grandes atrizes do país.

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Papéis marcantes na TV

Entre os papéis mais memoráveis de Dorinha, está a personagem Dulcinéia Cajazeira da novela O Bem-Amado, além de ter sido a primeira intérprete da personagem Cuca na versão clássica de Sítio do Pica-Pau Amarelo. Ela também brilhou em atrações como TV de Comédia, O Riso É o Limite e Noite de Gala.

Crime na vida pessoal

No entanto, sua vida pessoal foi marcada por um episódio trágico. Em 1980, Dorinha foi presa por seis anos após matar o marido, Paulo Sérgio Garcia de Alcântara, durante uma briga. O crime teve grande repercussão na imprensa da época e acabou prejudicando sua carreira artística, levando-a a se afastar da televisão.

Após deixar os holofotes, ela se dedicou à arte plástica, onde encontrou uma nova forma de expressão. Abordando temas esotéricos, passou a expor suas emoções em telas coloridas e simbólicas. Sua última aparição na televisão foi em 2006, na novela Belíssima, onde interpretou a si mesma em uma participação especial.