Fortuna de Daniel Alves encolhe após prisão, e defesa alega crise financeira

Daniel Alves sofreu rombo financeiro durante os 14 meses de prisão preventiva.

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Com uma fortuna avaliada em cerca de R$ 300 milhões, o patrimônio de Daniel Alves sofreu uma redução durante o período em que esteve preso preventivamente em Barcelona. O jogador de futebol foi acusado por uma jovem espanhola de agressão sexual, supostamente ocorrida em uma boate de Barcelona, na noite de 31 de dezembro de 2022.

A justiça espanhola considerou o ato como agressão sexual e o condenou a mais de quatro anos de prisão. Contudo, a defesa de Alves recorreu da decisão, alegando a existência de inconsistências e contradições na sentença inicial. O Tribunal Superior da Catalunha aceitou analisar o pedido do jogador, mas a decisão final sobre a aceitação do recurso caberá à Suprema Corte da Espanha.

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Rombo financeiro de Daniel Alves

Nos 14 meses em que ficou detido, Daniel Alves acumulou encargos financeiros. Um dos primeiros foi a decisão do clube mexicano Puma de suspender o pagamento de R$ 36 milhões em salários durante a investigação e o julgamento do caso.

Adicionalmente, o clube exigiu uma indenização devido à rescisão de cláusulas contratuais, direitos de imagem, acordos de publicidade e a perda de um contrato de patrocínio com a Adidas, que optou por não mais patrocinar o time em decorrência do escândalo.

Argumento da defesa de Daniel Alves

A defesa de Daniel Alves argumentou perante a Justiça que a delicada situação financeira do jogador deveria ser considerada para sua absolvição. Os advogados alegaram que o atleta se encontrava em uma situação financeira bastante preocupante e que sua força econômica havia se esgotado.