Jorge Kajuru acusa Robinho de ter ligação com traficante: ‘Um vagabundo de quinta categoria’

Senador acusa Robinho de ter tido envolvimento com traficante; ex-jogador foi preso recentemente.

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Jorge Kajuru causou grande repercussão ao fazer uma acusação séria contra o ex-jogador de futebol Robinho. Após a prisão do atleta por suspeita de envolvimento em um caso de estupro coletivo na última quinta-feira (21), o senador afirmou que Robinho teria sido sócio de um traficante de drogas em Santos, cidade litorânea de São Paulo, onde o jogador residia.

Durante uma entrevista para o podcast Ielcast, o veterano abriu o jogo sobre os segredos que conhece e afirmou ter evidências contra a celebridade em questão: “Conheço o Robinho, um vagabundo de quinta categoria. Robinho já foi sócio de traficante de drogas em Santos e eu falei isso em rede nacional, na Band. Ele não me processou porque sabia que eu tinha provas. Repito: sócio de traficante de drogas em Santos”, disparou.

Jorge Kajuru fez críticas a Robinho

Kajuru persistiu em suas críticas a Robinho, rotulando-o como “um picareta em todos os sentidos”, descrevendo-o como mau-caráter e mau colega, e relembrando as acusações de estupro coletivo em Milão, envolvendo oito pessoas e uma mulher. Ele ironizou a afirmação de inocência feita por Robinho.

O político concluiu suas críticas, expressando indignação em relação àqueles que sugerem que Robinho está preso apenas por apoiar Bolsonaro. Ele dirigiu palavras fortes àqueles que defendem essa ideia, chamando-os de “babacas” e “débeis mentais”, e os acusou de falta de sensibilidade. Ele enfatizou que a ignorância é um problema global e ridicularizou a noção de que a prisão de Robinho está relacionada ao seu apoio político, destacando que ele está detido por cometer o crime de estupro.

Relembre a prisão de Robinho

Na noite desta quinta-feira (21), a Polícia Federal prendeu Robson de Souza, conhecido como Robinho, em sua residência localizada em um prédio em Aparecida, em Santos (SP). O ex-jogador de futebol foi condenado a uma pena de 9 anos em regime fechado pelo crime de estupro coletivo ocorrido em uma boate na Itália, no ano de 2013.