Ao ser expulsa da fazenda por Tenório, Maria Bruaca só foi encontrar abrigo na chalana de Eugênio, mas nos primeiros dias ela sofreu muito, pois não estava acostumada com esta rotina e ficou sem saber o que seria de sua vida.
Com o passar do tempo ela descobriu no personagem de Almir Sater um grande amigo e agora os dois passam o dia todo conversando sobre os mais diversos assuntos, enquanto sobem e descem o rio.
Durante um bate-papo, Eugênio dirá à amiga que a vida é muito alegre, principalmente quando a pessoa pode ter uma boa companhia, em seguida revelará: “Nunca pensei que nessa vida fosse possível sê feliz a dois“.
A mãe de Guta gostará de ver o desabafo do comandante da chalana e o surpreenderá com uma pergunta: “Ocê nunca pensô em casá?”.
O chalaneiro explicará que se casou com o rio, então fica indo pra baixo e pra cima nessas águas, porém, não é ciumento e nem quer ser dono do rio, assim como a água não é dona dele, pois a melhor coisa do mundo é viver em liberdade.
Maria Bruaca ficará pensando no que o amigo disse, pois durante muito tempo ela se sentiu uma prisioneira ao lado de Tenório, mas agora, apesar das dificuldades que enfrenta, se sente uma mulher livre.
Mas a vida de chalaneira não irá durar muito para Bruaca, pois quando Alcides descobrir que sua amada está trabalhando com Eugênio, irá correndo atrás dela.
Primeiro peão a levará para morar na fazenda de José Leôncio e depois revelará que está pensando em mudar-se com ela para o Sarandi, onde poderão recomeçar a vida juntos.
