Famosa vidente prevê nova onda de Covid-19 e terremoto devastador

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A famosa vidente cubano Mhoni, que possui participação fixa em programas de TV do México e tem colunas em sites conhecidos do país, fez algumas previsões para as últimas semanas de 2020.

Segundo a esotérica, o México e vários outros países sofrerão com uma segunda onda de Covid-19, que embora seja tão assustadora quanto a primeira, não afetará a economia como já havia ocorrido. Vale ressaltar, que independentemente da previsão de Mhoni se cumprir ou não no México, é fato que vários países da Europa já estão vivendo uma segunda onda de contágio por coronavírus, alguns decretando quarentena após meses de normalização.

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A declaração foi dada no programa Aquí Contigo, de El Heraldo TV. No começo da pandemia, entre março e abril, a mesma vidente havia dito que o mundo todo sofreria com o coronavírus e que haveriam muitas mortes. Nessa época, países da América começavam a aderir à quarentena e medidas de segurança para conter o vírus, que já estava desolando países da Europa, mas o número de casos em todo o mundo estava abaixo de meio milhão.

A cubana também garantiu que até o começo de novembro o México viverá um forte terremoto entre 6 e 6.4 graus. O principal sinal, segundo ela, são as elevadas temperaturas no país atualmente. Segundo Mhoni, não é normal ser tão quente em outubro no país e quando isso acontece é porque ocorrerá um terremoto. Também disse que após cessar o calor da atualidade, haverá uma forte onda de frio e que as pessoas já devem se preparar para se protegerem e evitar várias doenças.

Mhoni é conhecida por fazer previsões para o mundo dos famosos e prever algumas tragédias. Nem sempre suas previsões acontecem, mas é fato que no quesito tragédia ela tem um longo histórico de fatos anunciados corretamente.

Em março passado ela declarou que Donald Trump teria um problema de saúde e que não ganharia as eleições. Coincidências ou não, Trump teve coronavírus recentemente e as pesquisas  indicam desde setembro que Biden teria mais chances de ganhar as eleições do que o magnata, que estaria com elevado nível de rejeição.