Dado Dolabella rebate Luana Piovani: ‘É exatamente por situações como essa que eu sou pré-candidato’

O ator usou suas redes sociais para criticar a ex-namorada e explicar sua motivação política.

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A repercussão em torno da entrada de Dado Dolabella na política ganhou novos capítulos após o ator utilizar suas redes sociais na quarta-feira (4) para rebater Luana Piovani. Ao comentar a reação da ex-namorada sobre sua pré-candidatura a deputado federal pelo Rio de Janeiro, Dolabella utilizou um tom de ironia e afirmou que já esperava um posicionamento público da atriz.

Em um registro audiovisual, o artista apresentou a fala dela com um tom irônico, chamando-a de juíza do mundo e sugerindo que todos já esperavam por seu posicionamento. Ao longo da postagem, ele relembrou o longo histórico de embates jurídicos entre ambos e questionou por que o tema ainda ressurge depois de tanto tempo.

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Reafirmando sua inocência, ele declarou que não possui qualquer dívida com o sistema judiciário, enfatizando que as acusações são inverídicas e que a ação movida contra ele foi invalidada devido à presença de diversas irregularidades e erros processuais.

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Dado Dolabella respondeu Luana Piovani

Dolabella aproveitou o desabafo para justificar suas aspirações políticas, conectando os episódios de sua vida pessoal à sua plataforma eleitoral. Segundo o ator, sua motivação para buscar uma vaga na Câmara dos Deputados surge justamente do que ele classifica como perseguição, afirmando: “É exatamente por situações como essa que eu sou pré-candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro. Falsas acusações são repetidas tantas vezes que as pessoas passam a acreditar nelas como se fossem verdade”.

O histórico da polêmica

As declarações do ator vieram a público na esteira de uma série de críticas publicadas por Luana Piovani em suas redes sociais. Ao interagir com seguidores sobre a intenção de seu ex-companheiro de ingressar na política, a atriz questionou a viabilidade ética e legal de uma candidatura vinda de alguém que enfrenta pendências judiciais.

Ela classificou a situação como irônica e lamentou que o cenário nacional permita que indivíduos com processos criminais busquem cargos públicos. Em postagens subsequentes, Piovani intensificou o tom de desabafo ao citar questões como o não pagamento de pensão alimentícia e o histórico de agressão, sugerindo que a aceitação de tais perfis na esfera política reflete uma permissividade problemática no sistema brasileiro.