Depois de serem derrotadas por Samira na disputa pela liderança, Jordana e seu grupo já definiram os planos para o próximo paredão. Durante um alinhamento estratégico, a participante confessou que Breno é sua prioridade caso tenha direito a um contragolpe, justificando a escolha pelos atritos acumulados entre os dois e pela clara intenção do adversário em tirá-la da competição.
“Ele nunca foi para o Paredão e a Ana Paula a gente vai votar”, decretou. E seguiu: “Antes dele falar aqui eu já puxaria, pelo que ele está fazendo comigo, de querer minha cabeça, tenho motivos de sobra. Tudo o que ele fez comigo aqui, dois dias seguidos. Inclusive, se eu pegasse o líder, eu indicaria ele”, disse Jordana.
Rejeição declarada exposta
Ao escutarem as justificativas da colega, Cowboy recordou que o grupo representa o Paredão ideal para Breno, mencionando inclusive que o rival chegou a utilizar emojis de vômito para expressar sua desaprovação por eles. Diante disso, o veterano confirmou sua decisão de votar no adversário.
É importante notar que, embora Breno seja a escolha definida para um possível contragolpe, o foco principal de votos da casa no confessionário deve ser Ana Paula. No entanto, os aliados sequer suspeitam que a berlinda desta semana será, na verdade, um Paredão falso.
Quem ajudará o grupo no volume de votos?
Com o fortalecimento do grupo de Cowboy após sucessivas derrotas nas votações anteriores, a dinâmica do confessionário deve mudar drasticamente nesta semana devido à chegada de novos aliados. O rompimento definitivo de Babu e Solange com Ana Paula e Milena acabou deixando as duas competidoras vulneráveis e as transformou nos alvos principais da rodada.
Ao observar essa movimentação, Alberto comentou que a nova aliança é puramente estratégica, sugerindo que o interesse por trás da parceria é enfraquecer Ana Paula e Milena. Segundo sua análise, há uma percepção de que elas estão adotando uma postura de vítimas para conquistar o público, algo comum no histórico do reality. Para ele, a aproximação visa diminuir o favoritismo das rivais, mas Alberto acredita que essa trégua não será duradoura nem pacífica.
