Antonio Benício, filho dos atores Murilo Benício e Alessandra Negrini, utilizou as redes sociais para se manifestar a respeito de uma gravação antiga que voltou a circular na internet recentemente. O conteúdo em questão exibe uma entrevista concedida por seu pai no ano de 2000, durante o programa Por Acaso.
Na ocasião, Murilo expôs publicamente as dificuldades emocionais enfrentadas ao ter que se distanciar do filho nos finais de semana, logo após o término de seu relacionamento conjugal com a mãe de Antonio. O registro viralizou e chegou ao conhecimento do jovem, que decidiu compartilhar sua visão sobre aquele período familiar.
Depoimento de Murilo Benício
Durante a participação no programa televisivo, o ator descreveu a sensação de vazio que o acompanhava nos momentos de despedida e como a nova rotina o afetava. Ele relatou que o processo de separação trouxe desafios significativos para a convivência paterna e para o seu estado emocional.
Em seu relato na época, Murilo afirmou: “Acho que eu sou um péssimo exemplo de pai, assim. Eu fico muito carente do meu filho. Então, quando eu me separei da Alessandra, a pior coisa era estar sem ele“. O artista detalhou ainda que costumava retornar para sua residência chorando após deixar a criança na casa da mãe aos domingos, evidenciando o impacto do distanciamento.
Filho do ator desabafa sobre memórias de infância
Ao se deparar com as imagens e o depoimento do pai, Antonio decidiu compartilhar sua perspectiva sobre aquele período da infância, trazendo à tona suas próprias lembranças. O jovem ator revelou que também guardava memórias difíceis relacionadas aos mesmos dias da semana citados por Murilo, embora desconhecesse a reciprocidade do sentimento na época.
Em um comentário na publicação, ele escreveu: “Engraçado ele falar disso. Eu sentia as voltas para casa aos domingos extremamente melancólicas; lembro de levar isso para a terapia quando era pequeno. Nunca soube que o meu pai se sentia assim também“. A declaração de Antonio prosseguiu com uma análise sobre como o estado emocional do pai influenciava o seu próprio bem-estar, mesmo sem uma comunicação verbal explícita sobre a tristeza vivenciada por ambos naquele contexto de pós-separação.
