Amanda Vasconcelos Tavares Reis, esposa do cantor sertanejo Henrique, que forma dupla com Juliano, foi detida na última segunda-feira (2) em Orlando, na Flórida.
A empresária brasileira, de 28 anos, foi abordada por agentes do Gabinete do Xerife do Condado de Orange durante uma fiscalização de trânsito e conduzida à delegacia para registro da ocorrência. Segundo informações oficiais, o caso envolve infrações viárias e a conduta adotada durante a abordagem policial.
Abordagem policial e acusações iniciais
De acordo com os documentos divulgados pelas autoridades locais, Amanda dirigia com a carteira de motorista brasileira em formato digital. Segundo a polícia local, porém, ela possui visto americano ativo e residência na Flórida, o que indica que deveria ter uma carteira de motorista emitida pelo estado. A infração é classificada como contravenção de segundo grau pela legislação da Flórida. Além disso, o boletim policial aponta uma acusação mais grave, enquadrada como felonia de terceiro grau, sob a alegação de que ela teria desobedecido a uma ordem de parada emitida pelos agentes. O relato indica que o veículo não foi imobilizado de forma imediata, apesar do uso de sirenes e sinais luminosos.
Registro público e contexto familiar
Após a detenção, o nome de Amanda passou a constar no Current Inmate Database, sistema público que reúne informações de pessoas detidas no condado. A plataforma também divulgou a foto de registro tirada no momento da autuação. Até a última atualização disponível, não havia confirmação oficial sobre pagamento de fiança ou liberação pela Justiça norte-americana. Procuradas, a assessoria da dupla sertaneja e a família da empresária não se manifestaram.
Amanda atua como empresária no setor de vestuário e é filha do coronel Márcio Barbosa, comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins. Ela e Henrique estão juntos há anos e são pais de duas crianças. A família vive em uma fazenda em Porto Nacional, no Tocantins, mas mantém viagens frequentes aos Estados Unidos, país onde ocorreu o episódio.
A acusação mais severa está baseada no estatuto 316.1935(2) das leis da Flórida, que trata da tentativa de evasão ou fuga de um agente da lei em viatura devidamente identificada, com sinais sonoros e visuais acionados. O caso segue agora os procedimentos normais do sistema judicial americano para ocorrências que combinam infrações de trânsito e descumprimento de ordem policial.
