Em Três Graças, prestes a alcançar o capítulo 100, o enredo promete uma guinada decisiva em sua narrativa e redefine o eixo central do conflito. A mudança mais impactante envolve Arminda (Grazi Massafera), que abandona de vez a postura de herdeira soberba para assumir um lado obscuro e perturbador. A personagem passa a revelar traços de psicopatia, reposicionando-se como o verdadeiro epicentro do mal.
Na novela das nove da Globo, em contraste, Ferette (Murilo Benício) surge cada vez mais fragilizado. Consumido pelos próprios preconceitos, ele sofre um colapso físico após a revelação de Viviane (Gabriela Loran), perdendo força como antagonista principal. Esse esvaziamento abre espaço para que a dona da Cobra avance com frieza e cálculo, culminando em uma tentativa extrema de infanticídio que marcará a próxima semana da trama.
Tensão perigosa em Três Graças
De acordo com Márcia Pereira, do Notícias da TV, determinada a eliminar qualquer obstáculo, Arminda rompe definitivamente com a empatia. Ela organiza um jantar em sua mansão sob o falso discurso de reconciliação, quando na verdade planeja se livrar do bebê esperado por Joélly (Alana Cabral). A violência da emboscada, com a gestante sendo atacada no alto da escadaria, evidencia a crueldade que passa a definir a vilã.
A escalada sombria inclui a estreia de Arminda como assassina, seguindo a tradição de grandes antagonistas criadas por Aguinaldo Silva. O enredo aposta em paralelos com vilãs icônicas, reforçando o impacto dramático dessa virada e elevando a tensão do folhetim.
Vítima de Arminda na novela das nove da Globo
A primeira vítima será Célio (Otávio Muller), morto de forma premeditada e sádica. O crime, que envolve Rivaldo (Augusto Madeira) de maneira indireta, consolida Arminda como uma antagonista autônoma, fria e letal, redefinindo o rumo de Três Graças e prometendo fortes emoções ao público.
