A influenciadora Virginia Fonseca encerrou o período de ausência dos eventos carnavalescos ao participar do ensaio de rua da Grande Rio, em Duque de Caxias, no último domingo (18). Sua presença serviu para dissipar os rumores sobre seu sumiço e trouxe novamente à tona as discussões sobre sua performance como rainha de bateria, cargo em que sucedeu Paolla Oliveira.
Desde que assumiu a função, a empresária tem sido alvo de análises variadas por parte do público e de críticos do setor. Diante das reações mistas, Carlinhos Salgueiro, preparador da influenciadora para o desfile na Sapucaí, manifestou apoio público à sua aluna.
O que o professor falou sobre Virginia Fonseca?
Ele elogiou o desempenho atual de Virginia e revelou que a rotina de treinos será intensificada nos próximos dias, focando em refinamentos técnicos e na postura de destaque da escola. Demonstrando otimismo, o professor garantiu que a evolução será notória e incentivou a pupila para os desafios que virão na avenida.
Debate sobre pertencimento no Carnaval
A escolha de Virginia Fonseca para o posto de rainha de bateria gerou reflexões por parte de Milton Cunha, carnavalesco e comentarista da Globo, que questionou a ocupação de cargos tradicionais por celebridades. Ele defende que a função exige uma conexão profunda com as raízes da escola e com os integrantes da agremiação, indo muito além da simples exposição mediática.
Para o especialista, que possui um histórico sólido em escolas como Beija-Flor e Unidos da Tijuca, o cargo representa um símbolo de pertencimento que muitas vezes é ignorado por quem chega de fora. Em entrevista à coluna Gente, da Veja, Milton Cunha reiterou sua posição ao lado das comunidades das escolas de samba, tratando o tema como uma disputa simbólica de espaço no Carnaval.
