Em Três Graças, uma disputa silenciosa pelo comando da Chacrinha começa a ganhar forma longe dos confrontos armados. A instabilidade surge dentro do próprio grupo que sustenta a liderança de Bagdá (Xamã), revelando fissuras perigosas na estrutura do poder local. A mudança de comportamento do chefe passa a ser observada com atenção e desconfiança.
Na novela das nove da Globo, a primeira reação vem de Vandílson (Vinícius Teixeira) e Alemão (Lucas Righi), que percebem o afastamento gradual do líder das decisões estratégicas. Os dois passam a conversar reservadamente sobre a possibilidade de substituição, avaliando que a autoridade já não é exercida com a mesma firmeza.
Golpe contra Bagdá em Três Graças
Segundo Naian Lucas, do Na Telinha, paralelamente, Bagdá inicia um processo de transformação pessoal. Ele revisita objetos do passado e reencontra latas de spray, retomando o grafite, atividade que marcou sua vida antes do crime. Em reflexões solitárias, o personagem demonstra acreditar que ainda pode mudar de rumo e reconstruir sua identidade longe da violência.
Esse movimento coincide com a aproximação de Lucélia (Daphne Bozaski). O relacionamento nasce de forma espontânea, avança rapidamente e passa a ocupar grande parte da rotina do chefe. A troca constante de ideias e planos ligados ao universo artístico amplia o envolvimento emocional e desvia seu foco da liderança.
Tentativa de mudança na novela das nove da Globo
Enquanto Bagdá divide seu tempo entre o romance e a arte, a hierarquia da Chacrinha se fragiliza. Vandílson e Alemão interpretam a nova postura como sinal de fraqueza e iniciam passos calculados para assumir o controle. Assim, amor e mudança pessoal se tornam o estopim de um motim que ameaça redefinir o poder na comunidade.
