A autora Rosane Svartman destacou o papel da personagem Rosa como o eixo emocional central da novela Dona de Mim. Em declarações recentes, a novelista afirmou que a matriarca interpretada por Suely Franco foi fundamental para estabelecer uma conexão sólida com o público.
A trajetória da personagem abordou o tema do Alzheimer e superou as expectativas iniciais de identificação com a audiência. Segundo Svartman, a combinação entre a delicadeza do assunto e a atuação da atriz garantiu a popularidade da trama.
O desenvolvimento do roteiro foi creditado a um trabalho coletivo, com ênfase na colaboração de Jaqueline Vargas e Mario Viana. A autora ressaltou que a construção do pilar familiar foi planejada minuciosamente pela equipe de escrita da novela das sete.
O desfecho dos protagonistas e a audiência
Sobre o encerramento da produção, a autora manteve mistério em relação ao destino amoroso dos personagens Leo e Samuel. Ela explicou que a narrativa optou por caminhos menos idealizados para os protagonistas, reservando as resoluções para o último capítulo.

O balanço final da obra aponta que as grandes viradas da história foram preservadas conforme o planejamento original. De acordo com informações da CNN Brasil, a ausência de rejeição e os bons índices de audiência permitiram que a proposta inicial fosse mantida integralmente.
Novos projetos e expansão no streaming
Além do trabalho em Dona de Mim, Rosane Svartman comentou sobre sua atuação no streaming com a série Vermelho Sangue. A produção, lançada no Globoplay em 2025, expande o universo criativo da autora para o gênero de fantasia.
A escritora demonstrou entusiasmo com a possibilidade de uma continuação para a saga da lobimoça no futuro. Embora ainda não exista uma data confirmada para a estreia da segunda temporada, a expectativa para o retorno da série permanece alta.
