Nanda Costa critica pressão por seguidores e números nas redes sociais: ‘Eu não tenho saúde’

Nanda Costa desabafa sobre o estresse das redes sociais e defende retorno ao teatro e à arte tradicional.

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A atriz Nanda Costa, conhecida por seu papel em Amor de Mãe (2021), usou o Instagram para expressar sua frustração com as constantes transformações da plataforma. Ela relembrou seus 13 anos de presença na rede social, destacando como, inicialmente gratuita, a plataforma se tornou uma ferramenta de trabalho que exige publicações constantes para manter a visibilidade.

Costa criticou a crescente necessidade de turbinar posts e pagar para ter conteúdo entregue, além de manifestar descontentamento com o tipo de conteúdo que recebe. Ela questionou a ênfase na conexão quando, segundo ela, nem mesmo sabe quem a está acompanhando. A atriz também rejeitou a ideia de migrar para outras redes sociais, mencionando sua trajetória desde plataformas como ICQ, Orkut e Facebook, e afirmou não ter tempo para aprender sobre novas tendências, como dancinhas, em outras plataformas.

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Nanda Costa recusa migrar para outras redes

A atriz Nanda Costa reforçou sua aversão à mentalidade numérica que domina as redes sociais, afirmando ser da área de humanas e não se importar com métricas como o aumento ou queda de seguidores. “Eu não tenho saúde”, desabafou, referindo-se ao estresse de acompanhar esses dados.

Trabalho exaustivo e custos altos

Ela questionou a lógica exaustiva de trabalhar 24 horas por dia e investir financeiramente para gerenciar a própria imagem online. “Essa conta não tá fechando”, disse, apontando para o ciclo vicioso de pagar profissionais para aumentar o alcance, buscando mais trabalho para, por sua vez, conseguir pagar essas pessoas.

A poucos anos de completar 40 anos, Nanda Costa expressou sentir-se: “nova demais pra ser velha e velha demais pra ficar fazendo coisa lá na rede do lado”. Ela criticou a superficialidade das marcas que se baseiam apenas em números de seguidores para parcerias. Para a atriz, o futuro reside no passado: teatro, arte e shows, em vez da dinâmica atual das plataformas digitais.