Críticas a Dona Ruth aumentam nas redes em meio à polêmica com Murilo Huff: ‘essa senhora…’

A postura de Dona Ruth na web diante da briga judicial divide opiniões e ela recebe várias críticas dos internautas.

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A disputa judicial pela guarda de Léo, filho de Marília Mendonça e Murilo Huff, ganhou grande repercussão nas redes sociais após a primeira audiência realizada em 30 de junho de 2025. O cantor solicitou a guarda unilateral do filho, de cinco anos, gerando intenso debate público.

Entre as manifestações que mais chamaram atenção, destacam-se as críticas direcionadas a Dona Ruth Moreira, mãe da cantora falecida e avó materna de Léo, cuja postura dividiu opiniões na web.

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Dona Ruth publicou um vídeo nas redes sociais exibindo recordações afetivas do neto, como o cabelo do primeiro corte, o cordão umbilical e fotos inéditas. Muitos internautas interpretaram a atitude como uma tentativa de apelo emocional em meio ao processo judicial, chamando-a de sensacionalista. Comentários como “Jogo emocional, essa senhora sabe bem o que faz” e “Isso é muito apelativo… meu Deus! Ele é o pai” se multiplicaram, gerando críticas sobre a exposição de Léo em um momento delicado. Mesmo restringindo comentários em alguns posts, Dona Ruth não conseguiu conter o clima de polêmica.

Defesa de Murilo Huff

Murilo Huff, por sua vez, veio a público defender seu pedido de guarda unilateral, afirmando que não tomaria tal decisão sem razões sólidas. O cantor revelou possuir provas importantes, mas disse estar impedido de divulgá-las por segredo de justiça. Ressaltou também não querer afastar Léo da família materna, mas frisou que sua prioridade é o bem-estar do filho. Huff pediu compreensão do público e lamentou os julgamentos precipitados.

Custos e desmentidos

Outro ponto que alimentou as críticas foi a acusação de Dona Ruth de que Murilo não arcaria com as despesas do filho. Para rebater, o cantor detalhou custos fixos que ultrapassam R$ 15 mil mensais, incluindo escola, plano de saúde, psicóloga, babá e tratamento de diabetes. Ele classificou como humilhante ter que expor dados pessoais, mas considerou necessário para não deixar “mentiras virarem verdades”.