Fim de uma era? No show dos 60 anos, Fábio Porchat dá a pior profecia: ‘Não vai ter mais Globo’

Fábio Porchat esteve no show dos 60 anos da Globo e deu a pior profecia para a emissora dos Marinho.

PUBLICIDADE

Durante o especial de 60 anos da Globo, exibido na noite de segunda-feira (28), Fábio Porchat fez uma declaração ousada que chamou a atenção do público. Durante a homenagem aos humoristas da emissora, o apresentador foi direto ao prever que, no futuro, a emissora pode nem existir.

Ao ser questionado por Paulo Vieira sobre como serão lembrados, o comunicador respondeu que, em 60 anos, a emissora provavelmente não estará mais no ar. “Daqui 60 anos não vai ter mais Globo”, respondeu.

Enquete BBB26

Quem você quer que saia no Paredão Falso?

Votar na enquete

Show de 60 anos da Globo

O segmento dedicado ao humor foi exibido após a apresentação de Xuxa Meneghel. Porchat e Tatá Werneck surgiram no palco vestidos como os personagens Dengue e Praga, antigos assistentes da apresentadora nos anos 1990. Paulo Vieira apareceu interpretando a diretora Marlene Mattos, acrescentando humor à cena.

O trio arrancou risadas da plateia ao relembrar momentos marcantes, com uma pitada de crítica e irreverência. Durante a performance, Paulo Vieira ironizou os antigos padrões da emissora ao questionar a ausência de loiras no elenco, fazendo piada com os antigos critérios para escolher paquitas.

O humorista também ironizou produções recentes que revisitam a história da Globo, sugerindo que culpam sua personagem fictícia por erros do passado. Fábio Porchat, por sua vez, comentou de forma bem-humorada que o setor de Compliance da emissora solicitou que o nome do personagem Praga fosse alterado para Tec e Pop, evitando possíveis reações negativas de determinados públicos.

Celebração de 60 anos teve menção a programas de humor

Para fechar o bloco, uma chamada de vídeo reuniu personagens icônicos do humor da Globo. Tatá Werneck entrou na brincadeira e disse ter pensado que a ligação era de Boninho, convidando-os para trabalhar no SBT, ou até mesmo de Rodrigo Faro pedindo emprego. A sátira marcou o momento com leveza e crítica bem dosadas.