Maíra Cardi expõe motivo pelo qual se divorciaria de Thiago Nigro: ‘Traída’

Maíra Cardi fez um longo desabafo com os seus seguidores ao aconselhá-los sobre temas ligados ao casamento.

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A coach fitness Maíra Cardi teve uma séria conversa com os seus seguidores no último final de semana. A influenciadora digital publicou três vídeos na função stories de seu perfil pessoal no Instagram para tratar, dentre outros assuntos, sobre o casamento e o divórcio.

O desabafo aconteceu por conta dos ataques que ela tem sofrido. As críticas surgiram depois de Maíra Cardi ter se posicionado sobre casais que eventualmente se separaram. Esclarecendo o seu ponto de vista, sustentou que o matrimônio deva ser algo eterno.

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Maíra Cardi opina sobre casamento

Maíra Cardi cutucou as suas seguidoras ao antecipar que o casamento não é um conto de fadas. Segundo ela, a pessoa não será feliz o tempo inteiro em um matrimônio. Logo, a junção de duas pessoas à luz deste sacramento representaria causas mais nobres e menos individualistas, a exemplo do desenvolvimento pessoal.

“A gente não casa para ser feliz. A gente casa para evoluir, aprender, trocar e ensinar e fazer feliz”, sustentou. “Casamento é igual filho: não dá para devolver para ninguém; é seu para sempre, e pronto”, acrescentou.

A ex-participante do Big Brother Brasil disse ter mudado a sua visão sobre o casamento nos últimos anos, após se tornar uma pessoa religiosa. Até então, costumava aconselhar mulheres infelizes em um matrimônio a se separarem na primeira oportunidade que surgisse.

Maíra Cardi abre margem para o divórcio diante de traição

Com essa visão, Maíra Cardi afirmou que só se divorciaria diante de um caso específico: o da traição. Ainda assim, defendeu a necessidade de o cônjuge que foi traído lutar até o fim pela manutenção do casamento mesmo diante da infidelidade do parceiro.

“Ainda que fosse traída […] só tomaria a decisão da separação após dar milhares de chances e orar muito e ainda assim se o meu marido não mudasse de comportamento”, disse ela, acreditando que o cônjuge tenha a capacidade de resgatar o outro.