Defesa de Tatá Werneck se pronuncia após CPI aprovar quebra de sigilo bancário da atriz

Tatá Werneck e Cauã Reymond se tornaram alvo de investigação por terem realizado propagandas para uma empresa que está sendo investigada.

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Na última quarta-feira (23), a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Pirâmides aprovou a quebra do sigilo bancário dos atores Cauã Reymond e Tatá Werneck. Após a repercussão do assunto, a defesa da apresentadora enviou uma nota ao portal Leo Dias ressaltando que a decisão foi recebida com “profunda indignação”.

Além disso, o comunicado ainda ressalta que Werneck não tem nenhum tipo de ligação com a empresa Atlas Quantum, que vem sendo alvo de investigação na CPI. Segundo a defesa da artista, ela apenas participou de uma propaganda da empresa há cinco anos.

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Apenas participou de campanha publicitária, cinco anos atrás, quando a empresa era considerada sólida em seu mercado”, pontuou o comunicado, enfatizando que a artista não tinha como saber que a empresa se envolveria em fraudes anos depois.

CPI das Pirâmides

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Pirâmides foi instaurada pela Câmara dos Deputados no dia 13 de junho. O principal objetivo é investigar fraudes no mercado das criptomoedas, que são muito movimentadas no país por meio de pirâmides financeiras.

Famosos são incluídos nas investigações

Após o início da CPI, chamou a atenção o fato de vários famosos terem sido incluídos nas investigações, entre eles, Tatá Werneck, Cauã Reymond e Ronaldinho Gaúcho.

De acordo com informações, Tatá e Cauã estão sendo investigados por terem realizado campanhas publicitárias para a Atlas Quantum, empresa que usava Bitcoins em operações financeiras, causando dano de R$ 2 bilhões em seus clientes.